
Banho de sol
A natureza fala comigo.
Invade-me pelos poros do corpo
Largado, solto na madeira rústica
que emana cheiros de pinho.
Exausto.
O sol que me arde, frio
Percorre-me a espinha
Transborda-me e me deixa vazio,
Rijo, intenso.
Em convulsão,
Depois fraco,
sonolento,
completo e,
cheio de vitalidade.
Alexandre Pedro
***Este poema tem seus DIREITOS AUTORAIS registrados na Biblioteca Nacional. Reprodução somente possível com pré autorização do autor, Alexandre N. Pedro.
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