
Eu,
Diluir a tinta no corpo frio,
pálido,
virgem
e transformá-lo em poesia.
Esta poesia que não se pode amassar e jogar fora.
Esta folha de papel que será diluída pelos vermes
quando meu corpo não mais aprisionar o eu lírico.
Alexandre Pedro
Seja bem vindo!!!
-Entre,-Tire os sapatos,-Sente-se e fique à vontade.-vou pôr uma música.-Aceita um café?- Gosta de livros?- escolha um e vá folheando,-volto já, com o café.