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Alexandre Pedro
e-mail: alexandre.eells@gmail.com

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sábado, 23 de abril de 2011

O Poeta e o Poema


O Poeta e o Poema

Quem expressa?
O poeta ou o poema?
O poeta expressa a palavra,
ou a palavra expressa o poeta?
O poeta sem palavras não se expressa.
A poesia tem pressa,
O tempo passa depressa,
As palavras o desprezam.

Rima, Ritmo e Métrica.

Qual sua melodia?
Qual sua dança?
Quais suas medidas?
Onde se escondem?
Voltem depressa e façam do poeta um personagem
que o engane e o manipule,
e o faça menino, um mamute.
Transborde-o.
Que só assim, um adulto sob pressão,
pode escrever algo que preste.

Alexandre Pedro


***Este poema tem seus DIREITOS AUTORAIS registrados na Biblioteca Nacional. Reprodução somente possível com pré autorização do autor, Alexandre N. Pedro.
http://www.bn.br/portal/index.jsp?plugin=FbnBuscaEDA&radio=CpfCnpj&codPer=15918944842

11 comentários:

  1. Seu blog é muito interessante...
    Estou te seguindo.... Tenha um Lindo Dia!
    Siga meus Blogs: http://cartasdeumcoracao.blogspot.com/
    E http://deusemminhaalma.blogspot.com/

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Ainda digo que quando uma pessoa se expessa escrevendo, ambos saem ganhando. O papel por receber o que lhe é dedicado e se enriquecer com isso, e quem escreveu por se livrar de um fardo pesado demais pra carregar dentro de si.
    Bom, é isso.

    Parabéns outra vez Alexandre!!

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  4. cor viva seus poemas,
    combina muito bem com as palavras!

    abração e aplausos

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  5. Aleee...
    meu escritor poeta...
    Você transborda palavras como ninguém...
    Beijos
    Leca

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  6. Elisabete, obrigado pela visita, seja bem vinda....e volte sempre!
    Fui conhecer seu blog também...adorei, e já estou seguindo.
    Bjs

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  7. Monge, meu amigo!
    Excelente sua forma de pensar....escrever é um troca de experiência, e nos renovamos a cada palavra. A partir do momento que a transcrevemos para o papel, ela tem seus próprios "signos", e nos liberta de carregar o fardo pesado dos significados, que só à elas pertencem.
    Forte abraço,
    Tô em dívida com vc...vou dar uma passada no Jardim de Sangue, muito em breve...

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  8. Nielson, como vai?
    Muito obrigado pela visita e participação.
    Fui visitar seu blog tb...gostei tanto que achei injusto deixar comentário às pressas...prometo voltar com calma e comentar..achei ótimo seu blog.
    Forte abraço,

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  9. Leca, meu Anjo!
    Obrigado, vc é tão responsável por toda essa liberdade e segurança nesse "transbordar de palavras". Grande beijo!!!

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  10. Ale, v. é sempre divino nesse jogo de metalinguagem. Sua poesia ganha ainda mais força quando se volta sobre si mesma. Abraço!

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  11. Ah, que lindo..hehe...!
    Meu, esse poema foi um momento de revolta...depois de ter passado por um concurso de escrita. Como eles deram o tema, e a situação ficou um pouco tensa, devido às condições de produção, saí de lá derrotado, e escrevi isso como desabafo, enviei à professora coordenadora do evento, e ela amou. No final, acabei ganhando o concurso com os poemas que havia escrito....no fim tudo dá certo. E esse poema fala disso, desse momento de produção. O momento que o poeta procura por si, pela poesia, pela rima, métrica....pelas palavras...aonde foram? O que afirma ser o poeta manipulado pelas palavras, e nunca o contrário.
    Bj pros cêis!
    Abraço

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