Seja bem vindo!!!
-Entre,
-Tire os sapatos,
-Sente-se e fique à vontade.
-vou pôr uma música.
-Aceita um café?
- Gosta de livros?
- escolha um e vá folheando,
-volto já, com o café.
Alexandre Pedro
e-mail: alexandre.eells@gmail.com

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

A Partida


A partida
...*Esta publicação foi removida devido ao texto estar sendo integrado ao livro de estreia do autor, intitulado Flores do Ócio, e que será lançado em breve pela Giostri Editora. Mais informações: alexandre.eells@gmail.com
Agradeço muito a visita e o carinho dedicado.
Alexandre Pedro
Alexandre Pedro



***Este poema tem seus DIREITOS AUTORAIS registrados na Biblioteca Nacional. Reprodução somente possível com pré autorização do autor, Alexandre N. Pedro.
http://www.bn.br/portal/index.jsp?plugin=FbnBuscaEDA&radio=CpfCnpj&codPer=15918944842

14 comentários:

  1. Este poema é linnnnnnnnnnnnnnnnnndo!!! E a aliteração em V... tão simbolista! DELEITURA

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  2. Lindo é você aqui...
    Adoro!
    Brigadão!
    Bj

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  3. Olá Alexandre!
    Fiquei encantada com o teu blog, coincidentemente tb estou trabestudando pra prova... bjos e boa sorte, a gente se v...

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  4. Vale velar a valia verdadeira desta valorosa obra!

    Gostei. Exprime tristeza e frieza ao mesmo tempo que traz reflexão sobre o fim que virá. Gostei. ^^

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  5. Oi, Ale, que ótimo que gostou...fico encantado com sua presença por aqui também. Venha sempre!

    Monge, que beleza!
    Sabes que valorizo e acredito muito nos teus comentários...me fazem forte!
    Valeu!!!
    Abração, cara!

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  6. Adorei este poema. Talvez, o melhor que já li por aqui, pela musicalidade alcançada e pela expressão da fugacidade de tudo que existe. Um abraço!

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  7. Muito bom!

    viagei nos grada-chuvas de um tempo bom
    um luto na espera do amanhã!
    ---------------------------

    de que valem as palavras
    diante do inominável?
    do ser e não-ser
    e uma vaga viagem de idá

    a pedra que encobre o sepulcro
    esecondedo minha ultima palavra
    o ultima recado da vida
    proferido na boca da morte

    na terra que se esconde
    o cravo morto no peito
    as dores sempre adiadas
    real como o foço profundo

    carne fria
    não sou mais humano
    o que sou neste ultimo sopro?
    eis que vejo meu nome

    -------------------------------

    como sempre adorei seu poema
    Até Alan

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  8. Alan,
    Você é ótimo!
    Valeu pelas palavras!
    abraço

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  9. Luigi, obrigado....adoro vc por aqui!
    Enquanto você não aparece fico aflito...esperando sua aprovação..rs...
    Confio em você,
    abraço

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  10. Realmente Ale...
    esse poema ficou lindo aqui...
    e vai ficar lindo ali e acolá...
    vamos pensar...

    "Mas, esta vala só vale a mim.
    O escuro vestiu a todos,
    mas é a mim que a cova aguarda."

    Beijossss
    Leca

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  11. Leca, obrigado!
    Vc o torna mais lindo...rs
    vamos pensar sim...
    adoro essa ideia do trabalho...bjão

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  12. Ale, adorei..é realmente lindo...as aliterações, a imagem..tudo.
    bj.
    Ivani

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  13. Vani, meu Anjo! Vc nao sabe o quanto de esperei aqui, no Blog!
    Obrigado pelas palavras. bjao
    Venha mais vezes!

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  14. Engraçado, penso apenas em te abraças e balançar você no colo, ao ler este poema! Não é apenas triste e belo: é doloroso! Bjos de carinho em seu coração.

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