
Creio num deus moderno,
Um deus sem piedade,
Um deus moderno, deus de guerra e não de paz.
Deus dos que matam, não dos que morrem,
Dos vitoriosos, não dos vencidos.
Deus da glória profana e dos falsos profetas.
O mundo não é mais a paisagem antiga,
A paisagem sagrada.
Cidades vertiginosas, edifícios a pique,
Torres, pontes, mastros, luzes, fios, apitos, sinais.
Sonhamos tanto que o mundo não nos reconhece mais,
As aves, os montes, as nuvens não nos reconhecem mais,
Deus não nos reconhece mais.
Adorei seu blog e os textos com os quais dialoga bem como os autores escolhidos! Parabéns!!!!!!!!!!1
ResponderExcluirAle...
ResponderExcluirpara mim é impossível...
ler Salmo Perdido...
e não lembrar de Zeca...o Baleiro...
cheguei a transformar Salmo Perdido em um hino...e aqui fiquei eu...entoando e cantando...
Beijos
Leca
Realmente impossível não associar ao Zeca...o Baleiro...rs.
ResponderExcluirImpossível ler e não cantar:
" Cidades vertiginosas, edifícios a pique..."
Bjão..obrigado pelo coments..tava sentindo falta já...rs
O tempo é curto pra curtir tudo...fica-se sempre devendo, como é o caso desta beleza de postagem: Salmo Perdido! Grande abraço, Alexandre Pedro!
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